Dois homens investigados pelas mortes do vereador Gleiber da Mota Fernandes, conhecido como Gleiber Júnior, e do assessor parlamentar Diego Castro Reis foram presos na manhã desta quarta-feira (28), durante uma operação da Polícia Civil da Bahia. As prisões ocorreram em Salvador e Camaçari, na Região Metropolitana, como parte das investigações sobre o duplo homicídio registrado em Santo Amaro, no Recôncavo baiano, em novembro de 2025.
A ação, batizada de Operação Sombras da Madrugada, resultou no cumprimento de dois mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão em imóveis localizados nos municípios de Santo Amaro e Camaçari.
Durante as diligências, os policiais apreenderam uma pistola, três aparelhos celulares e um veículo. Os materiais serão analisados no decorrer da investigação, que busca esclarecer as circunstâncias do crime e a participação dos suspeitos.
Vereador e assessor foram mortos a tiros
Gleiber Júnior, de 37 anos, e Diego Castro Reis, de 23, foram encontrados mortos no dia 9 de novembro de 2025, em uma propriedade rural pertencente à família do vereador, em Santo Amaro. Os dois apresentavam ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.
Na época, o caso provocou repercussão no município e mobilizou as forças de segurança. Desde então, a Polícia Civil vem realizando diligências para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do duplo homicídio.
Operação mobilizou equipes de diferentes regiões
A operação foi coordenada pela 3ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), sediada em Santo Amaro, com apoio de equipes da 1ª Coorpin, em Feira de Santana, da 4ª Coorpin, em Santo Antônio de Jesus, e do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom).
Também participaram da ação o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e a Polícia Militar da Bahia (PMBA).
As investigações continuam para esclarecer o envolvimento dos presos no crime e verificar se outras pessoas participaram da ação criminosa. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a suposta participação individual dos investigados.



