Lionel Messi anunciou, nesta segunda-feira (31), que não defenderá mais a Seleção Argentina. Aos 39 anos, o craque encerra uma trajetória de duas décadas com a camisa da Albiceleste, marcada por títulos, recordes e momentos históricos.
A decisão foi comunicada por meio de uma carta publicada pelo próprio jogador nas redes sociais. Messi afirmou que passou por um período de reflexão antes de confirmar a despedida e reconheceu que deixar a seleção foi uma decisão difícil.
O argentino explicou que considera ter chegado ao limite de sua contribuição dentro de campo e destacou o surgimento de uma nova geração de jogadores.
“Dei tudo de mim; não tenho mais nada a dar”, afirmou Messi, ao justificar a decisão de encerrar sua trajetória internacional.
A despedida acontece após a participação da Argentina na Copa do Mundo de 2026, competição que marcou a última atuação do camisa 10 pela seleção. A equipe argentina terminou como vice-campeã, após perder a final para a Espanha.
Messi encerra sua passagem pela Albiceleste depois de conquistar os principais títulos possíveis. Entre eles estão a Copa América de 2021, a Finalíssima de 2022 e a Copa do Mundo de 2022.
Antes das conquistas, o atacante viveu anos de cobranças e frustrações com a seleção, incluindo derrotas em finais. Mesmo assim, permaneceu defendendo a Argentina e acabou se tornando o principal símbolo da geração que voltou a colocar o país no topo do futebol mundial.
Na mensagem de despedida, Messi também agradeceu aos companheiros, treinadores, dirigentes e torcedores que fizeram parte de sua história.
A partir de agora, o astro afirmou que acompanhará a seleção de outra maneira: como torcedor. O jogador disse que sentirá falta de estar em campo, mas demonstrou orgulho pela trajetória construída ao longo de mais de 20 anos.
A saída de Messi representa o fim de uma das eras mais marcantes da história do futebol argentino. O camisa 10 deixa a seleção como um dos maiores jogadores de todos os tempos e com um legado que marcou gerações de torcedores.



