A Bahia está entre os estados brasileiros que mais gastam com a manutenção de pessoas privadas de liberdade em 2026. Segundo levantamento, o custo mensal por preso supera o equivalente a dois salários mínimos.
O valor inclui despesas com alimentação, segurança, estrutura das unidades, assistência à saúde e outros serviços necessários para o funcionamento do sistema prisional.
Especialistas apontam que o alto custo representa um desafio para os cofres públicos, especialmente diante do crescimento da população carcerária e da necessidade de investimentos contínuos no setor.
O tema também levanta debates sobre políticas públicas voltadas à segurança e à ressocialização, além da busca por alternativas que possam reduzir a reincidência criminal e os gastos a longo prazo.
A manutenção do sistema prisional exige planejamento e recursos constantes, sendo um dos pontos de atenção para a gestão pública em todo o país.



